A história começa com um presente.
Tudo começou com um presente da minha avó.
Eu era criança quando ganhei um coelhinho — e meu irmão ganhou outro. Os dois apresentados como machinhos. Aí o tempo passou e veio a surpresa que mudou tudo: filhotinhos. A gente percebeu, naquele dia, que tinha uma fêmea entre eles. E entendeu, ali, o que é a magia da vinda da vida.
Logo depois, meu primo pediu pra ganhar um. Pude presentear. E foi naquele gesto pequeno que nasceu uma vontade grande — a de levar felicidade pra vida de mais pessoas através dos coelhinhos.
Os anos passaram. Eu me formei e segui a vida corporativa. Os coelhos ficaram no sítio. Até o dia em que um colega da empresa pediu um coelho — e eu pude dar.
Pouco depois ele voltou: "Meu cunhado também quer. Posso pagar a ração?" E ali surgiu a primeira venda.
Pela grande satisfação que senti em poder, de alguma maneira, influenciar positivamente a vida das pessoas, entendi que a minha vocação é servir. E, percebendo que não era o único interessado por coelhinhos de companhia, busquei conhecimento técnico e a melhor linhagem genética (física e comportamental) para servir sempre com excelência.
Em 2019, formalizei o sonho: criatório legalizado, CNPJ de produtor rural. Me filiei à ACBC, me aliei a profissionais veterinários e zootecnistas. Trouxe matrizes e reprodutores selecionados. E trabalhei o desenvolvimento da genética de coelhos de companhia do Criatório Imperial.
Desde então, trabalhamos única e exclusivamente com a cunicultura pet — mini, anões e gigantes.
Para você, para a sua família, para quem busca um coelho de sobrenome.
— Gustavo Nogueira, fundador do Criatório Imperial





